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Saúde

Inovação e exames precoces garantem maior qualidade de vida às mulheres; afirma especialista

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A busca por uma vida longa e saudável para o público feminino vai muito além de consultas esporádicas. Segundo dados do IBGE, as mulheres vivem, em média, sete anos a mais que os homens, o que reforça a necessidade de um planejamento de saúde contínuo. O diagnóstico precoce aparece como o principal escudo contra doenças silenciosas, a exemplo da hipertensão, diabetes e alterações no colesterol.

Para Valmique Filho, farmacêutico e CEO da DNE Diagnósticos Nordeste e DNEDX Lab, a inovação tecnológica tem sido uma peça-chave nesse processo. Ele ressalta que o uso de métodos avançados garante resultados muito mais rápidos e precisos, otimizando o tempo de resposta para tratamentos eficazes.

As necessidades do corpo mudam com o passar dos anos, exigindo uma atenção personalizada para cada etapa da vida:

  • 20 aos 29 anos: O foco principal recai sobre a saúde reprodutiva e a prevenção ginecológica. A partir dos 25 anos, o rastreio do câncer do colo do útero torna-se indispensável. Avaliações de glicemia e perfil lipídico também podem ser solicitadas para monitorar riscos metabólicos.
  • 30 aos 39 anos: Além da continuidade do acompanhamento ginecológico, observa-se com mais rigor as variações hormonais e metabólicas. Exames como TSH, para avaliar a tireoide, e hemoglobina glicada ganham relevância.
  • 40 aos 59 anos: Nesta fase, há um aumento natural na incidência de doenças crônicas. O Instituto Nacional de Câncer recomenda a mamografia bianual para mulheres entre 50 e 69 anos, além do rastreamento colorretal.
  • 60 anos ou mais: A prioridade é a manutenção da autonomia e qualidade de vida. A densitometria óssea passa a ser um exame vital para detectar a osteoporose precocemente.

O médico Joannillson Taygon reforça que as recomendações devem ser sempre adaptadas ao histórico familiar e ao estilo de vida de cada paciente, reforçando que a prevenção deve ser uma prática de rotina, não apenas uma reação a sintomas.