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Histórico de agressões costuma anteceder casos de feminicídio; confira entrevista

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Teresa Germana Lopes de Azevedo, juíza titular do 2º Juizado da Mulher da Comarca de Fortaleza

A violência contra a mulher continua sendo uma das principais preocupações das autoridades e da sociedade. Um dado que chama a atenção é que grande parte dos casos de feminicídio é precedida por um histórico de agressões, ameaças, perseguições e outras formas de violência praticadas pelo agressor.

Para compreender por que isso acontece e conhecer os mecanismos de proteção disponíveis para as vítimas, o programa Informativo Dom Bosco de hoje (17/06), apresentado pela jornalista Roberta Farias, conversou com a juíza titular do 2º Juizado da Mulher da Comarca de Fortaleza, Teresa Germana Lopes de Azevedo.

Durante a entrevista, a magistrada explicou por que muitos casos de feminicídio apresentam sinais prévios de violência e destacou os principais alertas que podem indicar o agravamento da situação de risco. Entre eles, estão comportamentos de controle excessivo, ameaças frequentes, perseguições, isolamento da vítima e episódios recorrentes de agressão física ou psicológica.

A entrevista também esclarece o que acontece quando o agressor descumpre medidas protetivas e reforça que a violência contra a mulher não escolhe idade, classe social, escolaridade ou condição econômica, podendo atingir mulheres de diferentes perfis.

Confira a entrevista completa no player abaixo: