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Filtros e padrões irreais: como as redes sociais afetam a saúde mental das mulheres

A rotina de editar fotos, aplicar filtros e buscar uma imagem considerada perfeita nas redes sociais deixou de ser apenas uma forma de entretenimento. Para muitas mulheres, a exposição constante a padrões estéticos inalcançáveis pode afetar a autoestima, aumentar inseguranças e provocar impactos na saúde mental.
A situação ganha novos contornos com o avanço das ferramentas de inteligência artificial, que tornam cada vez mais fácil a manipulação de imagens. Casos recentes envolvendo o uso e a alteração de fotografias de personalidades públicas, como a atriz Paolla Oliveira, também chamam atenção para os riscos relacionados à distorção da realidade, à privacidade e à perda de controle sobre a própria imagem no ambiente digital.
A comparação constante com fotografias editadas, corpos considerados “perfeitos” e padrões de beleza muitas vezes distantes da realidade pode influenciar a forma como mulheres, especialmente adolescentes e jovens, enxergam a si mesmas. Quando a validação passa a depender de curtidas, comentários e da aprovação de outras pessoas, a relação com a própria imagem pode se tornar ainda mais fragilizada.
Para falar sobre as consequências psicológicas da busca pela perfeição digital, o uso frequente de filtros e a exposição diária a conteúdos produzidos e editados, o Informativo Dom Bosco conversou com Milena Bomfim, psicóloga da Saúde da Mulher.
Confira a entrevista completa com Milena Bomfim, psicóloga da Saúde da Mulher, no canal Dom Bosco News no YouTube: