Entrevista do dia
Modelo de acolhimento humanizado transforma o cuidado com famílias em luto; confira entrevista

André Schimmelpfeng – diretor do Complexo Ternura
Lidar com a perda de alguém querido é uma das experiências mais delicadas da vida. Em Fortaleza, o Complexo Ternura tem se destacado por oferecer um atendimento que vai além dos serviços funerários tradicionais, apostando em um modelo de cuidado humanizado, voltado à acolhida e ao respeito às famílias em momento de luto.
Com atuação consolidada no mercado cearense, o Complexo reúne casas funerárias, espaços velatórios e serviços integrados. O diferencial está na forma como cada atendimento é conduzido: com sensibilidade, escuta e atenção às necessidades emocionais de quem enfrenta a despedida de um ente querido.
Entre os serviços oferecidos estão áreas especializadas como a tanatologia, que estuda o processo da morte e do luto, e a tanatopraxia, técnica responsável pela conservação, higienização e preparo do corpo para o velório e sepultamento. Realizados com rigor técnico, esses cuidados têm como objetivo garantir dignidade ao ente querido e mais serenidade às famílias no momento da despedida. O Complexo Ternura também conta com o acompanhamento de uma psicóloga, que atua tanto no suporte às equipes quanto na construção de protocolos de acolhimento emocional.
O assunto foi destaque no programa Informativo Dom Bosco de hoje (26/01), apresentado pela jornalista Roberta Farias, que entrevistou o diretor do Complexo Ternura, André Schimmelpfeng.
Acompanhe, na íntegra, a entrevista: