Saúde
Uso de plasma rico em plaquetas é regulamentado para tratamento de quatro doenças osteomusculares

Técnica que utiliza o sangue do próprio paciente passa a ser autorizada exclusivamente como terapia complementar (Créditos da imagem: Pexels)
O Conselho Federal de Medicina (CFM) regulamentou, nesta quarta-feira (15), o uso de plasma rico em plaquetas (PRP) como procedimento médico auxiliar no tratamento de quatro condições osteomusculares específicas. A técnica, que antes era classificada como experimental, agora passa a ser autorizada sob regras estritas de segurança, indicação e rastreabilidade.
A regulamentação contempla o tratamento complementar das seguintes patologias, que costumam provocar dores crônicas e limitações físicas: osteoartrite do joelho, discopatia lombar, epicondilite lateral do cotovelo e reparo meniscal.
O material é processado para concentrar as plaquetas e, posteriormente, é aplicado na área afetada para auxiliar no processo de recuperação.
Critérios para aplicação e segurança
A normativa reforça que o uso do plasma rico em plaquetas não substitui os tratamentos tradicionais. A técnica deve ser adotada apenas de forma complementar a terapias clínicas, programas de reabilitação física, intervenções ou cirurgias já indicadas para o caso do paciente.