Institucional
Mulheres ainda recebem 21,3% a menos que homens: especialista orienta sobre negociação salarial

A desigualdade salarial entre homens e mulheres continua sendo um desafio no mercado de trabalho brasileiro. Dados recentes do Ministério do Trabalho e Emprego revelam que, no setor privado, as mulheres recebem, em média, 21,3% a menos do que os homens. A diferença permanece mesmo quando elas exercem a mesma função e possuem o mesmo nível de escolaridade.
Além de fatores estruturais, pesquisas apontam que a negociação salarial também influencia esse cenário. Enquanto cerca de metade dos homens costuma negociar salários e benefícios durante processos seletivos ou ao longo da carreira, apenas uma em cada oito mulheres adota essa prática. Diante dessa realidade, saber como defender a própria trajetória profissional, apresentar resultados e conduzir uma negociação de forma estratégica pode fazer a diferença na valorização da carreira e na conquista de melhores oportunidades.
Para esclarecer esse tema, o Informativo Dom Bosco de hoje (29/07), apresentado pela jornalista Roberta Farias, conversou com Lis Sousa, psicóloga organizacional, especialista em orientação de carreira e consultora de Recursos Humanos. Durante a entrevista, ela explica por que muitas mulheres ainda enfrentam dificuldades para negociar remuneração, como os vieses inconscientes podem influenciar as decisões dentro das empresas e quais estratégias ajudam a construir uma negociação mais segura e eficiente.
Confira a entrevista completa no player abaixo: