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Alergia passa de pai para filho? Confira entrevista com especialista

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Dra. Edine Coelho, médica alergista e imunologista

As alergias fazem parte da realidade de milhões de brasileiros. Segundo dados recentes da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), cerca de 30% da população brasileira convive com algum tipo de alergia. Entre os casos, as crianças também representam uma parcela significativa desse público.

Apesar de a reação alérgica ocorrer quando o sistema imunológico responde de forma exagerada a substâncias que, para a maioria das pessoas, são inofensivas, os sintomas e a evolução das alergias podem variar de acordo com a idade, a predisposição genética e os fatores ambientais.

Para esclarecer as principais diferenças entre as alergias na infância e na vida adulta, o Informativo Dom Bosco de hoje (14/09), apresentado pela jornalista Roberta Farias, recebeu a médica alergista e imunologista Dra. Edine Coelho, professora do curso de Medicina da Universidade de Fortaleza (Unifor).

Durante a entrevista, a especialista explicou o que acontece no organismo durante uma reação alérgica e destacou que a ideia de que uma pessoa necessariamente “nasce alérgica” não é correta. De acordo com a médica, existe uma predisposição genética que pode aumentar as chances de desenvolvimento de alergias, mas fatores ambientais também exercem papel importante nesse processo.

Entre os possíveis gatilhos estão elementos presentes no cotidiano, como poeira, ácaros, pólen, pelos de animais, determinados alimentos e outras substâncias às quais a pessoa pode desenvolver sensibilidade. Outro ponto abordado na conversa foi a influência da genética. A presença de alergias em pais ou familiares pode aumentar a probabilidade de uma criança desenvolver alguma condição alérgica, mas isso não significa que a doença será obrigatoriamente transmitida.

Confira a entrevista completa com a Dra. Edine Coelho no YouTube Dom Bosco News:

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