Connect with us

Economia

Contribuintes têm até sexta-feira para receber Informes de Rendimentos para o IR 2026

Published

on

Documento reúne salários, aposentadorias e impostos retidos na fonte (Créditos: Reprodução/Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Empresas, empregadores e instituições financeiras têm até esta sexta-feira (27) para disponibilizar aos contribuintes os Informes de Rendimentos referentes ao ano de 2025, que servem como base para a declaração do Imposto de Renda 2026. O documento traz detalhes sobre salários, férias, aposentadorias, pensões e valores retidos na fonte.

A Receita ainda não divulgou as regras definitivas para o IR 2026, incluindo valores de limites, programa de declaração e prazo final de entrega, que devem ser anunciados na primeira quinzena de março. Em 2025, a entrega começou em 15 de março e terminou em 31 de maio.

A isenção de IR para rendimentos mensais de até R$ 5 mil e as mudanças da reforma do imposto já estão em vigor, mas só terão impacto na declaração de 2027, referente a rendimentos de 2026.

Quem deve declarar

No ano passado, a obrigatoriedade atingia contribuintes com renda anual superior a R$ 33.888, incluindo salários, férias e aposentadorias. O limite para 2026 ainda será definido.

Entre as deduções que permanecem inalteradas estão:

  • Dependentes: R$ 189,59/mês
  • Desconto simplificado mensal: até R$ 607,20
  • Despesas com educação: até R$ 3.561,50 por pessoa/ano
  • Despesas médicas: sem limite
  • Declaração anual: desconto simplificado de até R$ 17.640

Documentos necessários

Para agilizar a declaração, é importante reunir:

  • Informe de rendimentos do empregador de 2025
  • Informe de investimentos de bancos e corretoras
  • CPF de todos os dependentes
  • Comprovantes de aposentadoria ou pensão do INSS
  • Recibos de despesas médicas, odontológicas e planos de saúde
  • Documentos de compra e venda de bens
  • Comprovantes de mensalidades escolares, doações, consórcios, empréstimos e heranças

Quem não declarar o Imposto de Renda pode receber multa de até 20% do imposto devido, além de ter o CPF considerado “pendente de regularização”, bloqueando operações bancárias.

Sair da versão mobile